quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O Isto ou Aquilo das Disciplinas

Uma pesquisa com a 4ªD

Fizemos uma pesquisa com os alunos da 4ª D (nossa classe) para saber em quais disciplinas eles têm mais dificuldade, com quem estudam, seu jeito de estudar, se levam algum objeto da sorte para a escola no dia da prova, e quanto tempo estudam por dia.

Descobrimos que a matéria mais difícil para treze dos 33 alunos da classe é Língua Portuguesa e a mais fácil é Matemática. Além disso, nove alunos elegeram História e Geografia como mais difícil e cinco Ciências.

Perguntamos com quem estudam e vinte e dois responderam que estudam sozinhos, nove com a mãe e dois com o irmão. Os entrevistados nos contaram sobre as formas que gostam de estudar. Dezesseis alunos acham que o melhor jeito de estudar é ler o caderno e/ou apostila e anotar as coisas mais importantes em um caderno de estudos; dez acham que é melhor ler apenas a matéria da prova; e sete fazem perguntas e respostas para algum familiar.

Chegou o dia da prova! Você leva algum objeto da sorte? Vinte e seis pessoas não possuem, mas sete pessoas os têm e os levam para a escola. Uma pessoa gosta de levar seu colar especial, que ganhou de Natal, duas meninas levam olho-grego, um menino leva um bonequinho do Scooby-Doo, uma garota leva um pingente com a inicial C de Cecília (seu nome), um garoto leva seu boneco do Bob, o Construtor, feito por ele mesmo e uma pessoa leva seu mini-skate Tec Deck.

Cada um tem o seu tempo de estudo. Vinte e duas pessoas variam esse tempo, conforme a disciplina: uma estuda 3h00 e outros três estudam 1h00. Dois estudam 1h00, três estudam 0h30m e dois estudam 0h20m.

Então, esse é o nosso jeito de ver as coisas. Por que você não pesquisa com a sua classe para ver se são parecidos conosco, da 4ª D?

Ana Luiza Clever Galvão e Maria Eduarda Iandoli Proto - 4ª D.

Gibis de ontem e de hoje



Fizemos uma pesquisa com os alunos e pais da 4ª série D para saber quais são seus gibis preferidos. Também entrevistamos os pais, para saber quais eram os seus preferidos e se eram os mesmo dos filhos.

Entre os pais da classe, na pesquisa sobre os seus gibis preferidos de quando tinham dez anos os resultados foram os seguintes: Tintim (14 votos), Turma da Mônica (11 votos) e Tio Patinhas (12 votos). Asterix e Riquinho tiveram cinco votos cada um. Já Fantasma, Disney, Luluzinha e Mickey tiveram três votos cada um. Turma do Donald teve dois votos e Batman, Zé Carioca, Super Homem, Cascão e Garfield tiveram apenas um voto.

Entre os alunos da 4ª série D, o gibi da Turma da Mônica teve 29 votos, Tio Patinhas teve 13 votos, Asterix teve seis votos, Turma do Donald teve cinco votos, Luluzinha, Turma da Mônica Jovem e Tintim tiveram quatro votos cada um e Scooby-Doo teve apenas um voto.

Pode-se ver, portanto, que dois dos gibis preferidos pela maioria dos pais são os mesmos escolhidos pela maioria dos filhos. São eles: Turma da Mônica e Tio Patinhas. Percebemos que os interesses dos pais e dos filhos não mudam tão rápido, também percebemos que os pais e os alunos têm diferentes gostos.

Surgiram também alguns gibis votados pelos pais que seus filhos não conheciam, como: Riquinho, Fantasma, Batman, Zé Carioca e Super Homem. Os alunos também conhecem gibis que seus pais nunca leram: Turma da Mônica Jovem e Scooby- Doo.


Clique para ver os gráficos!


Gabriela Uhlendorff, Juliana Dalla Costa e Luiza Teixeira - 4ª D.

Você entende de música?



Neste quiz fizemos perguntas sobre vários gêneros musicais, para você testar seus conhecimentos e saber mais! São apenas oito perguntas. Será que você sabe a resposta de todas? Vamos lá!




Os sete jovens líderes religiosos brasileiros













No Brasil, cada uma das sete religiões que têm mais adeptos está formando líderes religiosos para representá-las. Há alguns que se destacam e eles são: Diego Macedo, Gihad Mazloum, Felipe Pereira, Allyne Lopes, Ione de Souza, Prana Natha e Aron Kurc.

Igreja Católica - Diego Macedo, 19. No seminário de formação religiosa Nossa Senhora da Assunção, de cada 11 alunos, quatro desistem antes de completar o curso. Porém Diego diz que não desistirá, pois já viveu uma crise por causa de sua escolha, mas agora já está decidido. Quando tinha dezoito anos, apaixonou-se por Tati e seus sonhos foram interrompidos por três meses. Hoje, Diego tem seu próprio quarto no seminário e é o responsável pela preparação das missas.

Islamismo – Gihad Mazloum, 17. Gihad está no primeiro ano do curso para se tornar um xeque (líder religioso muçulmano). Durante esse tempo, terá que saber de cor muitas centenas de páginas sobre o alcorão (livro sagrado islâmico), e os ensinamentos do profeta Maomé, também conhecido como Muhammad. “É comum as pessoas me perguntarem se sou feliz assim”, diz o adolescente. “Mas a questão não é ser feliz, é servir a Deus, como minha família me ensinou”.

Igreja Batista – Felipe Pereira, 17. Antes Felipe pensava em ser veterinário, mas desistiu quando o cachorro de seu amigo o mordeu. Também pensava em ser administrador, quando o pastor da Igreja Batista lhe disse que precisava de um sacerdote jovem. “Alguns parentes disseram que não tem nada a ver comigo. Mas os amigos, a maioria de não evangélicos, não opinam”, ele diz.

Espiritismo – Allyne Lopes, 19. Há sete anos, Allyne não contava para nenhum colega que já frequentava um Centro Espírita, pois tinha medo de sofrer preconceito, caso eles pensassem que ela tinha o dom de ver e receber espíritos ou achassem que ela fosse macumbeira. Mas esse não é o seu caso. Ela é quem coordena o ensino do espiritismo para crianças e ajuda a administrar o Centro que freqüenta.

Candomblé – Ione de Souza, 23. Aos quatro anos, Ione não falava quase nenhuma palavra. Depois de ir à fonoaudióloga, sua mãe a levou a uma casa de santo onde ouviu que precisava de uma cura espiritual. Logo que começou a freqüentar o Candomblé, saiu de lá falando. Depois de 13 anos, decidiu se tornar mãe de Santo. Hoje, pode trabalhar como ajudante de enfermagem e curtir noitadas com os amigos.

Hare Krishna – Prana Natha, 25.
Prana, antes de seguir a religião oriental, participou de uma banda. Hoje, canta apenas os mantras sagrados. Seu nome original é Pedro Ramos. Era vegetariano aos 16, e buscava respostas a perguntas como: ”Para que estou vivo?”. Buscou-as na filosofia, mas encontrou apenas no ”Bhagavad Gita”, livro-guia do Hare
Krishna. Meses depois, Pedro assumiu sua religião, raspou os cabelos e passou a considerar o templo como sua nova casa.

Judaísmo – Aron Kurc, 25. Sua longa barba e a maturidade que revela ter, escondem sua juventude. O rabinato nem sempre foi uma certeza na vida dele. Quando tinha 16 anos, parou de estudar numa escola judaica (ou yeshivá). “Eu não punha em dúvida se eu era judeu ou não, e sim se deveria seguir as regras do judaísmo”. No entanto, a vida sem a religião durou pouco. “O que não me deixava em paz era pensar que não havia nenhum objetivo na vida sem religião”. Depois disso, voltou para a escola. A tradição de deixar a barba crescer não era adotada em casa, mas isso não o impediu de usá-la.

Fontes:
www.idbheliopolis.com.br, Folha de São Paulo - 29/06/2009. www.universidadenet.com ; www.ixamostradepesquisa.pbworks.com ; www.secrel.com.br www.ministerioprofetarodrigo.blogspot.com

Cecília Rogano e Mariana Brito – 4ª D.

Livro A Bolsa Amarela traz personagens diferentes para a 4ª série


Todas as classes da 4ª série criaram um personagem baseado no livro A Bolsa Amarela, que foi lido por todos os alunos da série.

Após a leitura e discussão sobre a história, cada classe foi dividida em grupos para criar e apresentar um personagem com a “bolsa de sua vida”. Entrevistamos alunos do grupo eleito como o mais criativo de cada classe, para conhecer um pouco cada um dos personagens inventados.

Na 4ª A, ganhou a personagem hippie. Aventureira, sua bolsa era de viagem e muito velha. Dentro dela colocaram 50 velas, para simbolizar sua idade, uma bolsinha de vaquinha que ela usava, objetos da América Latina para representar os lugares para os quais viajou. A personagem era muito diferente de seus criadores porque ela era uma hippie, uma aventureira fugida da família e que já tinha tido uma filha que a abandonou. A vida dessa personagem era muito difícil, ela ganhava pouco dinheiro porque tinha uma vendinha no trailler onde morava.

Na 4ª B, ganhou o personagem padeiro. Sua bolsa era cinza com dois bolsos, dentro dela colocaram o cartão de sua padaria (que se chamava Casa do Pãozinho), um chapéu de cozinheiro, uma bola de futebol, uma pegada de gato e uma carteira com a foto de seu gato. O personagem era muito diferente de seus criadores porque ele não era brasileiro e já tinha se formado na faculdade. A vida dele era muito simples, mas tinha bastante tempo para se alimentar e descansar.

Na 4ª D, ganhou o personagem vendedor de frutas. Sua bolsa era uma caixa de quitanda com algumas figuras de frutas coladas, dentro dela colocaram um mapa da África com a África do Sul destacada, simbolizando que ele morava lá, uma bola de futebol, um desenho dele com sua fruta favorita, a banana, e um alfabeto com letras maiúsculas e minúsculas, para mostrar que ele não era alfabetizado. Também bem diferente de seus criadores, era sul-africano negro, trabalhava em uma quitanda, era pobre e não freqüentava a escola, mas queria muito conseguir uma vaga na escola pública.

Na 4ª E, ganhou o personagem agente secreto. Sua bolsa era uma paleta preta e dentro dela havia disfarces como: peruca, óculos, lanternas e máquinas fotográficas. Ele era bem diferente de seus criadores porque era um homem adulto, gordo e já era formado na faculdade. Sua vida era muito triste, pois havia perdido os pais na infância e, já adulto e casado, perdeu sua mulher em um seqüestro.

Este projeto foi muito interessante porque os alunos conseguiram criar uma bolsa de acordo com o personagem que inventaram, como acontece no livro A Bolsa Amarela.

Fontes: www.alpb1.pb.gov.br

Catharina Magliano e Gabriela Lauand – 4ª D.

Tech-Deck: a nova mania!



O mini skate Tech-Deck é a nova mania das crianças e adolescentes de 6 a 16 anos, com suas manobras e com seus variados modelos. Ele tem vários acessórios que são vendidos separadamente, como suas pistas.

As pistas são iguais às de verdade, mas em miniaturas. Uma das pistas é a tradicional, outra é uma escada um corrimão, e há uma terceira que é uma rampa. Ele foi feito para ser divertido e parecido como o skate verdadeiro, e embaixo possui vários desenhos também.

Existem duas opções de modelo. A caixa grande, com 12 rodinhas extras, ferramentas para trocas de rodinhas, 6 mini skates, adesivos, parafusos e mini chave de fenda; e a caixa menor, que vem com um Tech-Deck e oito rodas, sendo que quatro são reservas. Há dois nomes para o mini skate: Tech-Deck e Finger Board. Em média, a caixa menos custa R$ 21,00 e a grande R$ 39,00.

Fontes: http://www.finger-board.zip.net/ ; http://www.ivillage.co.uk/

André Freitas, Daniel Zylbersztajn, Gabriel Rufino - 4ª D.

O que é Ilusão de Ótica?

Você já pensou que viu algo, mas ao olhar novamente não estava mais lá? Isso acontece por causa da “ilusão de ótica” ou “ilusão de óptica”.

Este termo significa que o nosso cérebro é “enganado” por uma imagem fazendo com que achemos que nela está presente algo surreal ou diferente do que realmente é. Quer dizer, nós, seres humanos, “presos” em um corpo cheio de limitações, não conseguimos, em muitas situações, ver de forma certa o que realmente está ali. Fatores biológicos, psicológicos, sociais, mentais e espirituais podem afetar a visualização correta e provocar ilusões de ótica.

As Ilusões de Ótica também têm tipos, eles são

Ilusões de Ótica Ambíguas:
Contém mais de uma imagem na mesma cena, mas seu olho sempre verá uma das imagens, nunca as duas ao mesmo tempo.

Ilusões de Ótica Escondidas:
São imagens que você vê e não percebe nada, mas ao olhar novamente pode se surpreender.

Ilusões de Ótica Impossíveis:
Imagens que parecem normais, mas ao olhar novamente percebe-se que são impossíveis.

Ilusões de Ótica Pós-Efeito:
Imagens que depois de visualizadas revelam novas cenas.

Teste:
Fique de frente para uma porta, estique o braço em direção à ela fechando os dedos e deixando apenas o indicador esticado. Agora, leve o braço de modo que toque a ponta da maçaneta com a ponta do dedo indicador. É importante que a maçaneta seja em “L”. Agora tape um dos olhos e faça o mesmo movimento. Você não conseguirá acertar a ponta da maçaneta. Viu? Você fica sem noção da profundidade da sua vista. Veja a apresentação clicando aqui!

Curiosidade:
A ilusão de ótica mais antiga, e provavelmente a mais famosa, foi criada em 1915, pelo cartunista W. E. Hill. É uma figura classificada como ambígua, onde podemos ver uma garota de perfil olhando para longe e uma velha olhando para o chão.

Resumindo, a ilusão de ótica é uma reação a quando nosso cérebro se engana com uma imagem, fazendo com que vejamos algo incorreto. Essas ilusões podem aparecer naturalmente, ou por acaso, para mostrar as condições da visão humana. Aproximadamente 50% de tudo o que enxergamos é ilusão, pois as imagens que vêm diretamente para os olhos, unem-se com as que vêm da nossa memória. As cores, o brilho, o tamanho, as formas, são visões que se formam rapidamente, na nossa cabeça.

Fontes:
www.pensandonisso.com ; www.ilusaodeotica.com ; www.nature.com ; www.thefundao.blogspot.com ; www.ifi.unicamp.br ; www.colegioweb.com.br ; www.1.bp.blogspot.com ;

Camilla Motta e Luisa Amino – 4ª D.

Orkut ou Facebook: Qual é o melhor?

Saiba tudo sobre suas diferenças e semelhanças!

Você está em dúvida entre criar uma conta no Facebook ou no Orkut? Não sabe qual é a melhor opção? Agora, confira as semelhanças e diferenças entre eles e saiba qual é a melhor escolha para você.

O Facebook ajuda você a se comunicar com seus amigos do mundo todo e compartilhar momentos especiais de sua vida. Já o Orkut, é freqüentado por 80% de brasileiros.

O Facebook é mais seguro, os álbuns são mais organizados, há grupos de amigos e liberdade para configurar a página de modo mais fácil e sem códigos. Também tem a facilidade de mandar e-mails particulares e seu perfil e home são muito organizados, ligação próxima com skype, e por ai vai!

Por outro lado, as comunidades do Orkut são muito melhores que as do Facebook, por ter um contato mais verdadeiro com os usuários. Além disso, no Orkut são 100 fotos por álbum e no Facebook apenas 60.

Antigamente, no Orkut todo mundo podia ver a página do outro, mas agora, se você quiser,apenas seus amigos podem ver a sua página, como já acontecia no Facebook.

Curiosidades:
— As novidades que aparecem no Facebook, só vão para o Orkut depois de dois meses.
— Hoje são 1,3 milhões usuários no Facebook.

— O Orkut, é freqüentado por 80% de brasileiros.

Fontes:
http://br.answers.yahoo.com ; www.facebook.com ; Jornal Metro - 6/08/09 ; www.casadokct.blogspot.com; www.bairrodooriente.blogspot.com; www.blogs.abril.com.br ; www.worldjogosparatodos.blogsp
Isabel Alfano e Isabella Savoldi – 4ª D.